SÉRGIO ÉDISON
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O ano de 2009 teve tudo para ser um período negro para as contas públicas de qualquer administração municipal. Os recursos federais sofreram cortes nos repasses e a arrecadação de impostos registrou quedas preocupantes. Mesmo assim, a Prefeitura de Nova Ubiratã apertou o cinto e conseguiu fechar as contas em dia, atendendo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
O prefeito Osmar Rossetto (Chiquinho – PT) disse que, perto das previsões nada animadoras feitas no início do ano por políticos e economistas, Nova Ubiratã encerrou o ano em condições razoáveis. “Como todos os município, teve queda na arrecadação, mas conseguimos manter os serviços funcionando e, até mesmo, avançar em algumas obras estruturantes”.
As duas principais fontes de renda do município são o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e o ICMS. “E nós tivemos quedas nos dois recursos, devendo fechar o ano com quase R$ 500 mil ao menos, que para o município de Nova Ubiratã é um valor muito alto e com impacto maior devido ao aumento da demanda de investimentos acima de 10% ao ano”, disse Chiquinho.
Chiquinho. Crise não impediu a Prefeitura de fechar o ano com as contas em dia
E junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a administração está para receber R$ 700 mil para a compra de equipamentos para manutenção de estradas. Também estão sendo liberados pelo BNDES recursos para a aquisição de quatro ônibus para o transporte escolar.
Estradas - Os quase três mil quilômetros de estradas que cortam o município de Nova Ubiratã receberam grandes investimentos. A Secretaria Municipal de Obras patrolou, cascalhou e levantou vários trechos, segundo Chiquinho.
O prefeito explica que a abertura de novas estradas proporciona a abertura de novas áreas que estavam abandonadas devido à dificuldade de acesso. “Para isso, foi fundamental a parceria com os produtores rurais”, destaca.