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terça-feira, 27 de julho de 2010

Em entrevista à Rádio Cultura, Wilson apresenta propostas para saúde

Na entrevista concedida a rádio Cultura, na manhã desta terça-feira (27), o candidato ao Governo pela Coligação Senador Jonas Pinheiro, Wilson Santos, fez uma análise sobre os problemas e apresentou suas propostas para o setor da saúde.

Wilson observou que a Saúde na capital sofre por conta da falta de estrutura no interior, mas mesmo com a sobrecarga, o Pronto Socorro Municipal de Cuiabá nunca deixou de atender e tratar nenhum paciente que veio de outras cidades, estados e até de outros países.
“Eu serei eternamente grato aos médicos do PS e aos demais profissionais daquela unidade de saúde, tão humilhada e degradada, mas que é a mais importante e bem equipada casa de saúde do estado. Uma casa que socorre do governador ao mendigo, que cura os amazonenses, acreanos, até os bolivianos. Nós sempre orientamos, receba, porque são seres humanos”, contou Wilson.
Ele ressaltou que Mato Grosso precisa de um governador que olhe para o interior do Estado. Por isso, propõe reativar os hospitais fechados e construir mais seis hospitais regionais no Estado. Um Hospital Regional, onde haverá um Pronto Socorro Estadual, será construído em Cuiabá para atender toda a Baixada Cuiabana.
No interior, Pontes e Lacerda será a primeira cidade a receber um novo Hospital Regional para, junto com o Hospital de Cáceres, que será revitalizado,  atender a região Sudoeste. Outra unidade será instalada na região do Médio-norte, provavelmente no município de Nova Mutum, e  outra em Alta Floresta, sendo que os outros dois hospitais não tem região definidar.
Wilson também vai concluir o Hospital Central, em Cuiabá, que está abandonado há 26 anos. A construção da unidade foi iniciada na gestão do ex-governador Júlio Campos (DEM). Várzea Grande também será contemplada com a ampliação do Pronto Socorro do município.
As unidades serão construídas com os recursos que o atual Governo deixa de investir na Saúde, por não aplicar o percentual mínimo estabelecido pela Constituição Federal de 12% da receita líquida do Estado no setor. Wilson lembrou que auditoria do Ministério da Saúde aponta que o Governo Estadual deixou de investir R$55 milhões por ano, o que dá um total de R$440 milhões nos últimos oito anos. “Recursos que ninguém sabe para onde foram”, conclui.