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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Em Sorriso, Mauro afirma que vai gerar 200 mil empregos em MT

O candidato a governador Mauro Mendes (PSB) vai criar 200 mil novos empregos nos próximos quatro anos. A garantia foi anunciada nesta quarta-feira (21/7), durante encontro com correligionários no auditório da Câmara de Sorriso.
A meta consta no plano de governo do candidato.
Mauro disse que distribuir renda não significa dar dinheiro às pessoas, como pregam alguns. Significa dar oportunidades de emprego e educação. "Distribuir renda não é dar dinheiro, mas gerar oportunidades A melhor forma de se fazer a política da igualdade é pela Educação; e a de mudar a realidade dura é dar a oportunidade para que as pessoas empreendam de tal modo que a economia cresça”, afirmou.
O empresário destacou que para isso acontecer é preciso apostar na industrialização. “Precisamos crescer”, afirmou Mauro, acrescentando que o crescimento se dará pela competitividade da indústria, possível com a melhoria de três áreas: a logística, a criação de uma política fiscal menos penosa para os pequenos e mais atrativa para os grandes, além da qualificação de mão-de-obra.
“Com a industrialização agregamos valor ao produto da região, diminuímos o peso da logística e geramos mais emprego, mais qualificação. Assim se dá a distribuição de renda: distribuindo oportunidades”, disse Mauro, acrescentando que a indústria paga o segundo melhor salário ao trabalhador, perdendo para o setor público.
“Quando falo em inclusão não é teoria, faço isso dentro da minha empresa há anos. Lá pagamos o 13º salário como previsto na lei, mas já pagamos até o 18º salário. Isso é distribuição de renda”. Todos os funcionários da empresa ganham, no mínimo, o 14º salário e, para aqueles que não possuem o ensino formal, são oferecidos cursos como a Educação de Jovens e Adultos até a universidade.
Para Mauro, a incapacidade do gestor público de administrar, além de não trazer benefícios ao trabalhador, trava o crescimento e não gera um serviço de qualidade. “Na empresa privada, quando o mau gestor não administra bem, a empresa vai à falência. Na pública, é o cidadão quem paga a conta, e fica sem serviços básicos como coleta de lixo e abastecimento de água, por exemplo”.