Responsável pela retomada de cobrança da taxa se uso e ocupação do solo para os comerciantes das feiras livres de Cuiabá, isenta na administração Roberto França, Wilson Santos voltou às feiras. Agora, como candidato a governador pela sigla tucana, retomou uma antiga promessa: a de lutar junto ao prefeito Chico Galindo pelo fim da taxação.
“Tivemos que agir rápido para impedir que alguns trabalhadores da categoria jogassem tomates e ovos nele”, disse Pedrinho.
Pedrinho da Feira lembrou que a Lei Complementar 59/99, editada pelo então prefeito Roberto França, concedeu isenção aos permissionários do Terminal Atacadista do Verdão e para os feirantes das feiras livres de Cuiabá. “Ele revogou e voltou a cobrar a taxa, argumentando que o Código Tributário do Município não permitia”, recorda ele.
Albuquerque admite que, num passado recente, “as mentiras de Wilson” chegaram a sensibilizar e convencer parcela considerável da categoria. “Todavia, desta vez, o pessoal está escaldado com esse rapaz e nem adianta ele vir aqui, com promessas vãs, porque não cola mais”, afirma o sindicalista.
“Muitos companheiros foram perseguidos na administração Wilson, com multas, apreensão de mercadorias e até proibição de trabalhar, num regime semelhante ao nazismo”, acusa Pedrinho da Feira.
“Peço para os colegas que não votem nesse cidadão de jeito nenhum, porque ele não pode andar nas feiras de cabeça erguida”, resume o dirigente da classe. (Assessoria de imprensa de Silval Barbosa)